Sessão tem crítica à recusa do governo brasileiro em classificar PCC e CV como organizações terroristas

Deputado Sargento Lima questiona posição do governo federal e associa atuação das facções ao tráfico de drogas e à desestabilização do país.

Por Redação-
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Ana Quinto / Agência Alesc.

O deputado Sargento Lima (PL) criticou, na sessão plenária da manhã desta terça-feira (10), o posicionamento contrário do governo brasileiro em classificar as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Conforme o parlamentar, a medida teria sido sugerida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ele frisou que o PCC e o CV utilizam o tráfico de drogas para desestabilizar o país nos âmbitos social, econômico, cultural e político e que, portanto, a nova classificação seria acertada.

Para o deputado, não é válido o argumento utilizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que, com a ação, o governo americano apenas procura formas de atacar a soberania do Brasil.

Ao final, ele afirmou que os efeitos nocivos do posicionamento de Lula já estão sendo sentidos por todos. “Não existe lugar onde você possa fugir dessa realidade. Nós pagamos a conta.”

Projetos aprovados
Ainda na sessão plenária, os deputados aprovaram, em turno único, dois projetos de lei de autoria parlamentar, que seguem para sanção do governador.

O PL 627/2025, de autoria da deputada Ana Campagnolo (PL), institui a Festa Estadual da Tilápia, realizada no município de Armazém, no Calendário Oficial do Estado de Santa Catarina.

Já o PL 805/2025, do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), declara de utilidade pública o Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Descanso.