Em Florianópolis, Flávio Bolsonaro cumpre agenda no sistema prisional e se reúne com empresários da Fecomércio-SC

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Foto: Reprodução/Redes Sociais/Flávio Bolsonaro

Nesta sexta-feira (8), o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), cumpriu agenda oficial em Florianópolis. O parlamentar dedicou o dia para visitar o sistema prisional de Santa Catarina e participar de um encontro com lideranças empresariais do estado.

Durante a noite, Flávio Bolsonaro foi o convidado do projeto "Diálogos Fecomércio", promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina. O jantar reuniu cerca de 300 empresários de diversas regiões catarinenses, além de autoridades como o governador Jorginho Mello, o prefeito Topázio Neto e os pré-candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni.

Na oportunidade, o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, Hélio Dagnoni, entregou formalmente uma pauta de reivindicações ao pré-candidato. Entre os pleitos principais, Dagnoni destacou a necessidade urgente de redução da máquina pública e demonstrou preocupação com a competitividade do varejo nacional frente a plataformas estrangeiras, defendendo a equidade tarifária.

Outro ponto central da entrega foi um estudo da Fecomércio-SC que projeta um impacto negativo severo caso a escala de trabalho 6x1 seja extinta. Segundo o levantamento, o setor terciário catarinense poderia perder até 27 mil postos de trabalho. "Não podemos admitir mais aumento de custos e concorrência desleal com quem produz nesse país", reforçou Dagnoni.

Ao responder aos anseios do setor produtivo, Flávio Bolsonaro criticou a atual postura do Governo, classificando-a como uma trava ao desenvolvimento econômico. O pré-candidato defendeu um Estado mais enxuto e a redução da carga tributária como estratégia para estimular o crescimento.

"Queremos um vento de cauda para quem empreende nesse país. Sabemos das dificuldades enfrentadas hoje em dia e nosso intuito é de facilitar", declarou o político, argumentando que a diminuição de impostos resultaria, consequentemente, em um aumento na arrecadação federal.